Inclusão social, com a Psicóloga Maria Luíza Carvalho

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A música não tem fronteiras, não tem limites, simplesmente inclui todos os seres sensíveis aos sons de instrumentos, aos sons das cordas vocais. Que o diga a maravilhosa psicóloga (Aconchegar Núcleo Terapêutico) e professora universitária Maria Luíza Carvalho. Suas aulas vão muito além das quatro paredes das salas de aulas. Seus alunos praticam a teoria. Veja só:

Na próxima segunda – feira, dia 15 de maio, a Faculdade Noroeste dará início à sua primeira Semana Acadêmica de Serviço Social da Faculdade Noroeste. Trata-se de um evento pedagógico, coordenado pela própria Maria Luíza Carvalho, uma profissional inquieta e que sempre esteve presente nas causas que envolvem a inclusão social. “Minhas aulas são práticas e teóricas. Desta forma, o aluno não só aprende, como se torna sensível às causas sociais”, diz Maria Luíza.

Palestras, debates e uma aula de campo fazem parte da programação do evento, que será aberto com uma apresentação da Banda Inclusiva Luar. Veja que maravilha: essa banda é composta pelos próprios pacientes da Vila São Cottolengo.

“Sou feliz em poder dizer que vi a Banda Inclusiva da Vila nascer. Junto com outros profissionais da instituição, trabalhei na sua criação. Os músicos, pacientes da instituição, não são limitados à qualquer tipo de deficiência. Não há empecilhos físicos ou mentais que limitem a vontade de expressar sentimentos e atitudes, através da música. Para se ter uma ideia, alguns tocam com os pés. Outros, com a boca. É lindo, é motivador, é inclusão social”, revela nossa querida psicóloga.

Além do aprendizado e da troca de experiências, Maria Luíza revela que os alunos da Faculdade Noroeste também estão tendo que “ralar” em prol dos pacientes da Vila São Cottolengo, onde o evento será encerrado com uma aula de campo, no dia 28 de maio. “Pedimos que eles arrecadassem brindes que ativam a vaidade, a vontade de se enfeitar, para serem distribuídos aos pacientes. Batons, esmaltes, cremes… enfim, pequenos mimos que agradam a qualquer pessoa e que têm um significado importante, uma vez que o espelho passa a refletir mais cores e beleza a quem vive na instituição. São pequenas coisas que as fazem sentir o nosso carinho,” explica Malu.

Aplausos para iniciativas como a de Maria Luíza, uma profissional multifacetada que não mede esforços para dar o melhor de si aos nossos semelhantes e que trabalha para fazer valer o verdadeiro sentido da inclusão social. Sou fã!

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